
Todos os sábados um ramo de cravos frescos. O perfume e as cores inundavam o espaço, mesmo nos momentos mais tristes.
As flores envelheceram. Secas, quase desfeitas em pó, foram depositadas no lixo. Cobriram os móveis, fecharam as persianas, sem data para abrir. Lá fora, a vida continuava.
Foto de Veronika Diegel na Unsplash
Boas leituras e boa semana!
